Na realidade, só pensam que eu sou assim. Que eu sou fechada e amarga. Mas quando eu vou no espelho do banheiro faço mil e uma caretas. Sou risonha. Sou eu. A sociedade acaba nos transformando em uma pessoa pela qual
não somos, e que não tem nada haver com a gente. Eu adoro crianças pequenas. Amo nadar. Escuto músicas felizes. Eu sou alguém em que me identifico. Eu também danço, não bem, mas danço. Eu também sorrio, mas o problema é que na maioria das vezes faço isso sozinha. — Tati Bernardi .